lunes, 29 de agosto de 2011

tetralogia de fallot.

viver.
enfrentar.
sofrer.
lutar.
amar.
morrer.

sábado, 2 de julio de 2011

echar de menos.

não é estranho que saudade seja a sétima palavra do mundo mais difícil de traduzir. por si só, já é dificíl definí-la. tal quanto sentí-la. um aperto de repente, uma vontade de estar em outro lugar que não aquele que você está agora. é fato que ela te impede de vivenciar aquele aqui e agora, a vida tal qual situada e datada (que eu insisto em parafrasear freirianamente). mas eis que lhe ocorre um mero fato e você se depara com pessoas, lugares e momentos que ocupavam o outrora, e não mais o agora. e é este outrora que você nostalgia.
sei que o agora não cederá seu lugar. sinceramente, tampouco quero. quero um agora dinâmico, aquela metamorfose ambulante do dom rauzito que nos surpreende a cada dia.
reconheço, sim, que o contexto é outro, os personagens são outros, o enredo e a trama também. mas bem que algumas cenas podiam se mesclar na atual rodagem, não?
enfim, enquanto isso, nosso corpo ocupa um lugar, e a mente vaga por aí afora. mas logo logo ela volta. o mundo me chama.

viernes, 29 de abril de 2011

feb-abr'11.

descobrir-se é tão saboroso quanto ser descoberta.

sábado, 16 de abril de 2011

corazón.

coração de eterno flerte. adoro ver-te!

lunes, 14 de marzo de 2011

al redor.

conhecendo e desconhecendo pessoas.

lunes, 7 de marzo de 2011

tropadeelitedois.

a minha missão era mais importante que meus problemas pessoais.
imagina a m**** se o bope trabalhasse deputado corrupto como trabalha traficante.
o fdp escapou, mas a minha guerra contra o sistema tava só começando. agora era pessoal, eu ia continuar lutando, só que de um jeito diferente.
pra mudar as coisas, vai demorar muito tempo. o sistema é f***, ainda vai morrer muito inocente.
(capitão nascimento)

domingo, 6 de marzo de 2011

carnavalando.

em pleno carnaval, me sinto num fim de semana qualquer. mas isso não implica necessariamente num dado negativo. afirmo e reflito: vejamos, não nego também que eu gostaria de estar viajando, só por estar fora do meu mundo um pouco e extravasar mundos alheios. beber um pouco, jogar conversa fora, rir e deslocar meu eixo de sustentação um pouco fora do padrão-rotina-todo-dia. me faria bem. mas não me sinto mal sentada aqui no meu sofá, ouvindo o sino da igreja ao lado bater às seis da tarde, o céu meio nublado e um pouco frio lá fora, e minha casa tal qual está. tive um conversa boa com meu pai hoje. tentei algum tipo desta com minha mãe, sem muito sucesso (o que não é tão pouco novidade). vi minha irmã chegar, a outra sair. e aqui permaneço.
há um ano acampava num ótimo contato com a natureza.
há dois anos estava do outro lado do atlântico vendo as crianças curtirem a inocência do carnaval com suas fantasias e serpentinas na praça.
há três pulava e desfilava no interior de são paulo.
e hoje, em meio à tanto trabalho ao longo da semana, agradeço e me sinto bem simplesmente por estar deitada no sofá e não ter hora para acordar, almoçar, nem entrar e sair do hospital. e, quem disse que não, curtindo o carnaval.