Acabo de ler o blog da Bá. Notícias recentes de quem acaba de adentrar num mundo novo.
Hoje, despedida da Lari.
Fatos que me fazem lembrar de um certo tempo em que era eu que estava lá, fazendo uma despedida, escrevendo no blog os últimos acontecimentos. De lá do Atlântico.
Aqui sigo (como faria Picasso em alguns de seus traços) em contornos distorcidos. Sou, estou, ocupo. Sem realmente saber o quê. Ali está, mas a definição não. Talvez só o que precisamos saber é o que há, e não necessariamente o que é. É essa busca incansável do homo sapiens por uma resposta, uma definição, algo que se encaixe numa moldura existente e que nos dê uma sensação de controle. De certeza.
Mas eis, que Clarice me diz: "Renda-se como eu me rendi. Mergulhe no desconhecido como eu mergulhei. Não se preocupe em entender. Viver ultrapassa qualquer entendimento."
viernes, 28 de agosto de 2009
miércoles, 26 de agosto de 2009
toca Raul!
Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante. Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo. Sobre o que é o amor. Sobre o que eu nem sei quem sou.
Se hoje eu sou estrela, amanhã já se apagou.
Se hoje eu te odeio, amanhã lhe tenho amor.
Lhe tenho amor.
Lhe tenho horror.
Lhe faço amor.
Eu sou um ator.
É chato chegar a um objetivo num instante.
Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante.
Se hoje eu sou estrela, amanhã já se apagou.
Se hoje eu te odeio, amanhã lhe tenho amor.
Lhe tenho amor.
Lhe tenho horror.
Lhe faço amor.
Eu sou um ator.
É chato chegar a um objetivo num instante.
Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante.
martes, 11 de agosto de 2009
martes, 4 de agosto de 2009
lunes, 3 de agosto de 2009
él por mi.
"Exceto nas coisas intelectuais, onde cheguei a conclusões que tenho como firmes, mudo de opinião dez vezes por dia; só tenho juízo assentado a respeito de coisas em que não haja possibilidade de emoção."
Fernando Pessoa.
Fernando Pessoa.
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