Acabo de ler o blog da Bá. Notícias recentes de quem acaba de adentrar num mundo novo.
Hoje, despedida da Lari.
Fatos que me fazem lembrar de um certo tempo em que era eu que estava lá, fazendo uma despedida, escrevendo no blog os últimos acontecimentos. De lá do Atlântico.
Aqui sigo (como faria Picasso em alguns de seus traços) em contornos distorcidos. Sou, estou, ocupo. Sem realmente saber o quê. Ali está, mas a definição não. Talvez só o que precisamos saber é o que há, e não necessariamente o que é. É essa busca incansável do homo sapiens por uma resposta, uma definição, algo que se encaixe numa moldura existente e que nos dê uma sensação de controle. De certeza.
Mas eis, que Clarice me diz: "Renda-se como eu me rendi. Mergulhe no desconhecido como eu mergulhei. Não se preocupe em entender. Viver ultrapassa qualquer entendimento."
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