há dias em que pareço não ser. não estar.
parece que minha alma gira um pouco fora de órbita, e só meu corpo presente executa as ações ali.
tenho o pressuposto que fazemos bem o que gostamos, ou pelo menos, nos envolvemos mais, buscamos mais, tentamos mais. mas uma coisa é fato, pelo menos pra mim, só me mobilizo a partir do que me faz sentido. a partir que vejo que aquilo, contribui ou pelo menos influencia o todo. ou melhor, que eu ali sou alguém que influencio. pode chamar de teoria da motivação, do reconhecimento, do ego, mas enfim, gosto de sentir-me parte. e em muitas e muitas vezes, não é assim que realmente se desenvolve.
talvez também eu possa estar exagerando uma simples experiência 'profissional', um local de estágio nem um pouco bem realizado, ao todo amplo da minha vida. aquela é só uma parte desta, e a vida tem diferentes dimensões, que cabe a nós mesclá-las e equilibrá-las.
nessa mescla, consigo transpor alguns benefícios. ontem mesmo. o bem-estar conjunto me favoreceu o bem-estar individual. e o que faz todo o sentido em uma e outra dimensão, também fez sentido naquela que então me sentia alheia.
mas hoje já retrocedi. também não vou restringir mais uma vez o todo a apenas uma parte, mas que é algo que interfere, sim é.
e às vezes sinto que receio em estar inteiramente acreditada nessa interferência. às vezes me pego travada em certas ações, e acho que por não acreditar, no fundo, verdadeiramente, que assim é e pode ser se assim será.
não gosto de pensar que as coisas são momentâneas. porém vivo assim: o momento presente, talvez por não querer projetar um futuro que não há certeza que irá acontecer. mas é uma conduta consciente, e mais consciente ainda, eu sei que, bem lá no fundo, eu estou pensando sim no que virá.
dia nublado, chuva, tempo úmido.
falta no estágio.
vou arrumar pendências domésticas. diminuir o volume de todos esses carros, caminhões, buzinas, motores, alarmes que estão aí afora e aumentar o volume de uma boa melodia.
pretendo estudar um pouco também.
e dar um abraço apertado.
e contar os dias para o fim do ano.
(olha aí minha projeção já se manifestando!)
jueves, 10 de diciembre de 2009
lunes, 9 de noviembre de 2009
miércoles, 4 de noviembre de 2009
no sé.
não sei.
a matéria, a prova, o projeto, a viagem.
não sei.
se penso, se sinto, ou se simplesmente vivo.
a matéria, a prova, o projeto, a viagem.
não sei.
se penso, se sinto, ou se simplesmente vivo.
lunes, 26 de octubre de 2009
domingo, 25 de octubre de 2009
lunes, 19 de octubre de 2009
existe razão nas coisas feitas pelo coração?
Tenho receio. Me flagro na expectativa.
Reconheço a vontade de estar. Me flagro pensando em não estar.
Desperto com vontade de querer mais. Deparo pensando em não querer.
Ora ambíguo, ora contraditório.
E enquanto eu no centro da questão, hemisférios cerebrais quase fundindo na dialética, eis que me questiona: razão, emoção ou intuição?
Atos, talvez me renda facilmente ao emocional. Pensamentos, deve ter algo de intuitivo. E ao fim, a fala não me escapa à razão (nem sempre refletindo o que foi sentido ou pensado).
Mas sigo.
Gosto do que vejo.
Gosto do que tenho.
Gosto, do que agora, me lembro.
Reconheço a vontade de estar. Me flagro pensando em não estar.
Desperto com vontade de querer mais. Deparo pensando em não querer.
Ora ambíguo, ora contraditório.
E enquanto eu no centro da questão, hemisférios cerebrais quase fundindo na dialética, eis que me questiona: razão, emoção ou intuição?
Atos, talvez me renda facilmente ao emocional. Pensamentos, deve ter algo de intuitivo. E ao fim, a fala não me escapa à razão (nem sempre refletindo o que foi sentido ou pensado).
Mas sigo.
Gosto do que vejo.
Gosto do que tenho.
Gosto, do que agora, me lembro.
miércoles, 7 de octubre de 2009
a deus dará.
Deus me deu muitas saudades e muita preguiça.
Deus me deu pernas compridas e muita malícia.
Diz que deu, diz que dá, diz que Deus dará. Não vou duvidar, ó nega.
E se Deus não dá, como é que vai ficar, ó nega?
A Deus dará.
Deus me deu pernas compridas e muita malícia.
Diz que deu, diz que dá, diz que Deus dará. Não vou duvidar, ó nega.
E se Deus não dá, como é que vai ficar, ó nega?
A Deus dará.
sábado, 26 de septiembre de 2009
tudo aquilo, nada disso.
Pois é, de repente, quando nos damos conta que a ficha caiu, que realmente caiu, é quando abrimos os olhos pra um mundo, que tudo o que havia na hora que o fechamos não está mais ali.
Tudo aquilo.
Nada disso.
Você também vê que o nada não é tão nada assim. É impressionante a descoberta das tantas coisas que trazemos conosco, algumas das quais nem nos lembrávamos de querer trazê-las na bagagem. Mas é inevitável. De repente, lá surgem. Naquela mescla do outrora com o agora. E a gente não sabe onde as coloca.
Aquela ficha caiu quando num belo dia eu estava atravessando a rua. Eu parada, esperava. O sinal então ficou verde. Eu atravessei. Me dei conta que havia chegado no outro lado. E caiu a ficha que era o outro lado do Atlântico.
Quiça já havia se passado quase um mês, ou estava quase lá. A partir daquele dia me dei conta que eu seria uma pessoa daquele momento e daquele lugar. A saudade ia existir sim, mas não ia me privar do ali e do agora.
E assim foi. Uns dos melhores seis meses da minha vida.
Hoje, lembro-me bem. Mas também consciente do meu aqui e agora. A realidade da desigualdade e diversidade brasileira que muito precisa de luta e mudança.
Lembro-me bem também daqueles dias paraibanos. O choque da sabrina-recém-europa com a sabrina-atual-nordeste. O descobrir neles a amizade. Ganhar companheiros. Aumentar as irmãs. Conquistar um coração.
Mas agora, a ficha já caiu, dessa vez não demorou um mês não. E os olhos do agora não são os de outrora. Não mesmo.
Tudo aquilo.
Nada disso.
Você também vê que o nada não é tão nada assim. É impressionante a descoberta das tantas coisas que trazemos conosco, algumas das quais nem nos lembrávamos de querer trazê-las na bagagem. Mas é inevitável. De repente, lá surgem. Naquela mescla do outrora com o agora. E a gente não sabe onde as coloca.
Aquela ficha caiu quando num belo dia eu estava atravessando a rua. Eu parada, esperava. O sinal então ficou verde. Eu atravessei. Me dei conta que havia chegado no outro lado. E caiu a ficha que era o outro lado do Atlântico.
Quiça já havia se passado quase um mês, ou estava quase lá. A partir daquele dia me dei conta que eu seria uma pessoa daquele momento e daquele lugar. A saudade ia existir sim, mas não ia me privar do ali e do agora.
E assim foi. Uns dos melhores seis meses da minha vida.
Hoje, lembro-me bem. Mas também consciente do meu aqui e agora. A realidade da desigualdade e diversidade brasileira que muito precisa de luta e mudança.
Lembro-me bem também daqueles dias paraibanos. O choque da sabrina-recém-europa com a sabrina-atual-nordeste. O descobrir neles a amizade. Ganhar companheiros. Aumentar as irmãs. Conquistar um coração.
Mas agora, a ficha já caiu, dessa vez não demorou um mês não. E os olhos do agora não são os de outrora. Não mesmo.
domingo, 20 de septiembre de 2009
después.
Não, não conseguimos abraçar o mundo. Até tentamos, mas uma hora percebemos que ou deixamos coisas pela metade, ou nos frustramos por não conseguir chegar onde queríamos. Descobrimos tantos percalços pelo caminho, no inacreditável do presente, que sem darmos conta, sobrepõem-se aos ideais do que era o acreditável do futuro. E cada vez mais distante, situa-se o ideal freiriano de "tornar possível amanhã o impossível de hoje".
Como sempre digo, e o faço mais uma vez, essas são apenas palavras enquadradas num plano teórico. Ainda me encontro longe de conseguir efetivar minhas palavras-ideias com minhas falas-ações. Sou extremamente mais centrada naquele no que neste. E cada vez que tento transpor para este, não raro é a decepção. O terreno das ideias é mais esperançoso, parece mais fértil. O que nos conta é o que lemos, aprendemos e acreditamos. Mas sua aplicação, que envolve um terreno profundo, bem mais profundo, às vezes custa-nos acreditar que possa existir alguma fertilidade ali.
Enfim, estive retraída. Não sei se talvez tenha percebido algo não natural. Algo receoso. Algo calado. Algo aquele(a) que não, não supero. E acho que nem desejo que assim o seja.
Mas, inevitavelmente, me supera e me escapa ao controle. Se eu pudesse apenas me centrar no momento presente. Se eu pudesse manter a cabeça ali. Mas não. Duas mentes que vagam e divagam por vários cantos, muito além dos entre quatro paredes.
E quando penso, penso e finalmente chega a vez da conclusão, eis que me surge mais uma vez. E retrocedo. E cedo.
E depois? Depois, bom, até qualquer hora.
Como sempre digo, e o faço mais uma vez, essas são apenas palavras enquadradas num plano teórico. Ainda me encontro longe de conseguir efetivar minhas palavras-ideias com minhas falas-ações. Sou extremamente mais centrada naquele no que neste. E cada vez que tento transpor para este, não raro é a decepção. O terreno das ideias é mais esperançoso, parece mais fértil. O que nos conta é o que lemos, aprendemos e acreditamos. Mas sua aplicação, que envolve um terreno profundo, bem mais profundo, às vezes custa-nos acreditar que possa existir alguma fertilidade ali.
Enfim, estive retraída. Não sei se talvez tenha percebido algo não natural. Algo receoso. Algo calado. Algo aquele(a) que não, não supero. E acho que nem desejo que assim o seja.
Mas, inevitavelmente, me supera e me escapa ao controle. Se eu pudesse apenas me centrar no momento presente. Se eu pudesse manter a cabeça ali. Mas não. Duas mentes que vagam e divagam por vários cantos, muito além dos entre quatro paredes.
E quando penso, penso e finalmente chega a vez da conclusão, eis que me surge mais uma vez. E retrocedo. E cedo.
E depois? Depois, bom, até qualquer hora.
all at once.
All at once, the world can overwhelm me
There's almost nothing that you could tell me that could easy my mind.
Which way will you run? When it's always all around you
And the feeling lost and found you again, a felling that we have no control.
There's almost nothing that you could tell me that could easy my mind.
Which way will you run? When it's always all around you
And the feeling lost and found you again, a felling that we have no control.
sábado, 19 de septiembre de 2009
maybe one day...
we could make the difference.
we could see the difference.
we could be different.
meanwhile, we're just thinking we can change. are we?
we could see the difference.
we could be different.
meanwhile, we're just thinking we can change. are we?
sábado, 5 de septiembre de 2009
viernes, 4 de septiembre de 2009
paciencia.
Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma. Até quando o corpo pede um pouco mais de alma. A vida não para. Enquanto o tempo acelera e pede pressa. Eu me recuso, faço hora, vou na valsa. A vida é tão rara.
martes, 1 de septiembre de 2009
vestigio.: recuerdo, señal o noticia que queda de algo pasado.
Lembro daquele livro, que fez tanto sentido naquele momento e naquele lugar. Um trecho dizia da dificuldade de nos expressarmos, uma vez que o fato sentido é processado pelo pensamento e traduzido em linguagem. E talvez, ao passar pela tríplice sentimento-pensamento-linguagem, o produto formado não seja tão fidedigno àquele que o formou. Dizia também que poucas pessoas conseguem se expressar tão bem, pois nem sempre se consegue transpor tais barreiras do fato até a palavra. E mais que isso, dizê-las. Transferí-las. Compartilhá-las.
Minha capacidade de organizar ideias é infinitamente maior por meio da escrita que por meio da fala. Acho que (in)conscientemente tenho a certeza de poder apagar e voltar, refazer até que me agrade. Mas minha inquietação hoje é: Como transpor para a linguagem algo desconhecido do pensamento, e incerto ao sentimento?
Uma vez lhe disse que eu, no fundo, não acreditava. Hoje, porém, não restrinjo simplesmente à descrença. Acredito que existe, mas não que permaneça, não de forma imutável. Nada é estável. Nada é duradouro. Uma vez que ali está, nos é incerto até quando e até onde. Talvez esse seja o pano de fundo da minha filosofia carpe diem, de viver o momento presente. Porém, um carpe diem adaptado, pois hoje, mais que nunca, afirmo que há momentos presentes que deixam vestígios. E que, apesar de agora não serem mais presentes, tais vestígios repercutem no 'novo presente', que por sua vez, não é mais tão 'puro e simplesmente' o presente em si.
Minha capacidade de organizar ideias é infinitamente maior por meio da escrita que por meio da fala. Acho que (in)conscientemente tenho a certeza de poder apagar e voltar, refazer até que me agrade. Mas minha inquietação hoje é: Como transpor para a linguagem algo desconhecido do pensamento, e incerto ao sentimento?
Uma vez lhe disse que eu, no fundo, não acreditava. Hoje, porém, não restrinjo simplesmente à descrença. Acredito que existe, mas não que permaneça, não de forma imutável. Nada é estável. Nada é duradouro. Uma vez que ali está, nos é incerto até quando e até onde. Talvez esse seja o pano de fundo da minha filosofia carpe diem, de viver o momento presente. Porém, um carpe diem adaptado, pois hoje, mais que nunca, afirmo que há momentos presentes que deixam vestígios. E que, apesar de agora não serem mais presentes, tais vestígios repercutem no 'novo presente', que por sua vez, não é mais tão 'puro e simplesmente' o presente em si.
viernes, 28 de agosto de 2009
hoy.
Acabo de ler o blog da Bá. Notícias recentes de quem acaba de adentrar num mundo novo.
Hoje, despedida da Lari.
Fatos que me fazem lembrar de um certo tempo em que era eu que estava lá, fazendo uma despedida, escrevendo no blog os últimos acontecimentos. De lá do Atlântico.
Aqui sigo (como faria Picasso em alguns de seus traços) em contornos distorcidos. Sou, estou, ocupo. Sem realmente saber o quê. Ali está, mas a definição não. Talvez só o que precisamos saber é o que há, e não necessariamente o que é. É essa busca incansável do homo sapiens por uma resposta, uma definição, algo que se encaixe numa moldura existente e que nos dê uma sensação de controle. De certeza.
Mas eis, que Clarice me diz: "Renda-se como eu me rendi. Mergulhe no desconhecido como eu mergulhei. Não se preocupe em entender. Viver ultrapassa qualquer entendimento."
Hoje, despedida da Lari.
Fatos que me fazem lembrar de um certo tempo em que era eu que estava lá, fazendo uma despedida, escrevendo no blog os últimos acontecimentos. De lá do Atlântico.
Aqui sigo (como faria Picasso em alguns de seus traços) em contornos distorcidos. Sou, estou, ocupo. Sem realmente saber o quê. Ali está, mas a definição não. Talvez só o que precisamos saber é o que há, e não necessariamente o que é. É essa busca incansável do homo sapiens por uma resposta, uma definição, algo que se encaixe numa moldura existente e que nos dê uma sensação de controle. De certeza.
Mas eis, que Clarice me diz: "Renda-se como eu me rendi. Mergulhe no desconhecido como eu mergulhei. Não se preocupe em entender. Viver ultrapassa qualquer entendimento."
miércoles, 26 de agosto de 2009
toca Raul!
Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante. Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo. Sobre o que é o amor. Sobre o que eu nem sei quem sou.
Se hoje eu sou estrela, amanhã já se apagou.
Se hoje eu te odeio, amanhã lhe tenho amor.
Lhe tenho amor.
Lhe tenho horror.
Lhe faço amor.
Eu sou um ator.
É chato chegar a um objetivo num instante.
Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante.
Se hoje eu sou estrela, amanhã já se apagou.
Se hoje eu te odeio, amanhã lhe tenho amor.
Lhe tenho amor.
Lhe tenho horror.
Lhe faço amor.
Eu sou um ator.
É chato chegar a um objetivo num instante.
Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante.
martes, 11 de agosto de 2009
martes, 4 de agosto de 2009
lunes, 3 de agosto de 2009
él por mi.
"Exceto nas coisas intelectuais, onde cheguei a conclusões que tenho como firmes, mudo de opinião dez vezes por dia; só tenho juízo assentado a respeito de coisas em que não haja possibilidade de emoção."
Fernando Pessoa.
Fernando Pessoa.
domingo, 12 de julio de 2009
self.
Digno de nota: É impressionante a relação do auto-controle com a da auto-estima. E aliado ainda ao fato de ser uma auto-descoberta!
Ia dizer que comprovo minha teoria do indivíduo que se basta por si só. Mas (sem precisar pensar em hipóteses, é só olhar o auto-contexto) confesso que mentiria ao afirmar tal tese. Porém assim a defendo (e faço): sozinho se vai e sozinho se chega. Mas o envolvente se faz ali, e aqui, e em toda a travessia. Você decide ir, parar ou voltar. Por si só. Mas influenciado, com certeza.
''Life is what happens to you, while you're busy making other plans." (Dele pra ela pelo outro)
Ia dizer que comprovo minha teoria do indivíduo que se basta por si só. Mas (sem precisar pensar em hipóteses, é só olhar o auto-contexto) confesso que mentiria ao afirmar tal tese. Porém assim a defendo (e faço): sozinho se vai e sozinho se chega. Mas o envolvente se faz ali, e aqui, e em toda a travessia. Você decide ir, parar ou voltar. Por si só. Mas influenciado, com certeza.
''Life is what happens to you, while you're busy making other plans." (Dele pra ela pelo outro)
sábado, 11 de julio de 2009
después.
Não sabia ao certo que os maus ventos haviam começado até mesmo neste mero pedaço, em meio ao gigante espaço cibernético. E o mês de junho se foi, enfim. Alguns resquícios de inquietação e desconcentração ainda me fazem uma visitinha. Mas as companhias boas são sempre melhores e bem vindas. Volte quando quiser.
Números. 11 dias de julho.
2 com.
5 dias para embarcar.
15 que ficarei lá.
14h. Keep working! Rondon calling.
Números. 11 dias de julho.
2 com.
5 dias para embarcar.
15 que ficarei lá.
14h. Keep working! Rondon calling.
martes, 26 de mayo de 2009
no.
Dor de cabeça há dois dias.
Sono demasiado.
Li não lembro onde nem como que dormimos muito quando não queremos pensar. Na vida, nos problemas, na correria do dia a dia.
Sono demasiado.
Li não lembro onde nem como que dormimos muito quando não queremos pensar. Na vida, nos problemas, na correria do dia a dia.
domingo, 17 de mayo de 2009
trueque.
No jogo do troca, troca-se a frase quantas vezes for necessário até achar uma que agrade o moderador e dê continuidade à cena.
Imagino-me em tal jogo. Falaria troca várias vezes. TROCA, muitas vezes. TROCA, o dia inteiro.
Imagino-me em tal jogo. Falaria troca várias vezes. TROCA, muitas vezes. TROCA, o dia inteiro.
martes, 12 de mayo de 2009
despide.
Revê.
Despede.
Parte.
Revê outros.
Nem despede.
Já partiu.
Revê tudo aquilo que o que parecia não era, e talvez nunca tenha sido.
Dessa vez não se despede. Lhes despede.
E que raios o partam.
Despede.
Parte.
Revê outros.
Nem despede.
Já partiu.
Revê tudo aquilo que o que parecia não era, e talvez nunca tenha sido.
Dessa vez não se despede. Lhes despede.
E que raios o partam.
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