Tenho receio. Me flagro na expectativa.
Reconheço a vontade de estar. Me flagro pensando em não estar.
Desperto com vontade de querer mais. Deparo pensando em não querer.
Ora ambíguo, ora contraditório.
E enquanto eu no centro da questão, hemisférios cerebrais quase fundindo na dialética, eis que me questiona: razão, emoção ou intuição?
Atos, talvez me renda facilmente ao emocional. Pensamentos, deve ter algo de intuitivo. E ao fim, a fala não me escapa à razão (nem sempre refletindo o que foi sentido ou pensado).
Mas sigo.
Gosto do que vejo.
Gosto do que tenho.
Gosto, do que agora, me lembro.
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adoro.
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