viernes, 4 de septiembre de 2009

paciencia.

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma. Até quando o corpo pede um pouco mais de alma. A vida não para. Enquanto o tempo acelera e pede pressa. Eu me recuso, faço hora, vou na valsa. A vida é tão rara.

martes, 1 de septiembre de 2009

vestigio.: recuerdo, señal o noticia que queda de algo pasado.

Lembro daquele livro, que fez tanto sentido naquele momento e naquele lugar. Um trecho dizia da dificuldade de nos expressarmos, uma vez que o fato sentido é processado pelo pensamento e traduzido em linguagem. E talvez, ao passar pela tríplice sentimento-pensamento-linguagem, o produto formado não seja tão fidedigno àquele que o formou. Dizia também que poucas pessoas conseguem se expressar tão bem, pois nem sempre se consegue transpor tais barreiras do fato até a palavra. E mais que isso, dizê-las. Transferí-las. Compartilhá-las.
Minha capacidade de organizar ideias é infinitamente maior por meio da escrita que por meio da fala. Acho que (in)conscientemente tenho a certeza de poder apagar e voltar, refazer até que me agrade. Mas minha inquietação hoje é: Como transpor para a linguagem algo desconhecido do pensamento, e incerto ao sentimento?

Uma vez lhe disse que eu, no fundo, não acreditava. Hoje, porém, não restrinjo simplesmente à descrença. Acredito que existe, mas não que permaneça, não de forma imutável. Nada é estável. Nada é duradouro. Uma vez que ali está, nos é incerto até quando e até onde. Talvez esse seja o pano de fundo da minha filosofia carpe diem, de viver o momento presente. Porém, um carpe diem adaptado, pois hoje, mais que nunca, afirmo que há momentos presentes que deixam vestígios. E que, apesar de agora não serem mais presentes, tais vestígios repercutem no 'novo presente', que por sua vez, não é mais tão 'puro e simplesmente' o presente em si.

viernes, 28 de agosto de 2009

hoy.

Acabo de ler o blog da Bá. Notícias recentes de quem acaba de adentrar num mundo novo.
Hoje, despedida da Lari.
Fatos que me fazem lembrar de um certo tempo em que era eu que estava lá, fazendo uma despedida, escrevendo no blog os últimos acontecimentos. De lá do Atlântico.

Aqui sigo (como faria Picasso em alguns de seus traços) em contornos distorcidos. Sou, estou, ocupo. Sem realmente saber o quê. Ali está, mas a definição não. Talvez só o que precisamos saber é o que há, e não necessariamente o que é. É essa busca incansável do homo sapiens por uma resposta, uma definição, algo que se encaixe numa moldura existente e que nos dê uma sensação de controle. De certeza.

Mas eis, que Clarice me diz: "Renda-se como eu me rendi. Mergulhe no desconhecido como eu mergulhei. Não se preocupe em entender. Viver ultrapassa qualquer entendimento."

miércoles, 26 de agosto de 2009

toca Raul!

Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante. Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo. Sobre o que é o amor. Sobre o que eu nem sei quem sou.
Se hoje eu sou estrela, amanhã já se apagou.
Se hoje eu te odeio, amanhã lhe tenho amor.
Lhe tenho amor.
Lhe tenho horror.
Lhe faço amor.
Eu sou um ator.

É chato chegar a um objetivo num instante.
Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante.

martes, 11 de agosto de 2009

siento.


saudade.
de barcelona.
da paraíba.
deles.

martes, 4 de agosto de 2009

listo.

Clicks paraibanos.
http://www.facebook.com/album.php?aid=2030998&id=1405039469&l=6a6b79a8c8

lunes, 3 de agosto de 2009

él por mi.

"Exceto nas coisas intelectuais, onde cheguei a conclusões que tenho como firmes, mudo de opinião dez vezes por dia; só tenho juízo assentado a respeito de coisas em que não haja possibilidade de emoção."

Fernando Pessoa.